domingo, 5 de junho de 2016












Não é patologia. Não é o cromossomo. Não é generalização
Mais de 30 homens se sentiram no direito. Mais de 30 homens gostaram de vê-la com dor. Mais de 30 homens riram ao vê-la sofrer. Mais de 30 homens acharam gostoso. Outros mais de 30 ou 330 acharam divertido, na internet.
A menina sangrou
Dessa vez não é poesia. Não é metáfora. Não é hipérbole.
A menina
Literalmente
Sangrou

domingo, 8 de maio de 2016

Suicidou-se em mim...
Morreu só, no clarão, sem som.
Rasguei-me em Jazz
Dormi em lilás
Abri a porta e está lá a saída
Deixar ir também é cair

De braços abertos pra vida

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Sem poesia por hoje



"Aceitamos o amor que acreditamos merecer"*

Se é assim, para amar...

Há de se confiar em quem se é... Saber de si.

Há de se julgar merecedora de amor.

Não qualquer amor.

Compreender que nem só de amor vive o amor.

Que o sentimento só se alimenta das atitudes que dele brotem.



Que amar o sonho não é amar o outro.


E que amar o outro não haverá de ser um sonho.

E que ser real é bom. E pode ser até feliz.

Não em plenitude... O que seria da vida se houvesse plenitude?







Deixemos para conhecê-la depois de morrermos..Ou nunca...............

Sejamos contentes com os lápsos pois eles são a vida!

Voltar ao amor? Sempre!

Forçar a rima óbvia? Pra quê?

Se na vida ela já vem sem a gente chamar

É... a gente realmente pensa que ser poesia é aceitar sofrer...

A gente realmente pensa que está ruim por que é uma missão a ser cumprida

uma pedra a ser retirada

e com força e fé vai acontecer... E o novo dia nascerá..

Pra ser poesia...



Pra ser sincera...

Ando preferindo ser feliz








*Filme: "As Vantagens de Ser Invisível" -

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016



É veneno. Escorre. Enjoa. Sangra.
Aprisiona. Enlouquece. É veneno.
É veneno. Estraga. Caga. Estranha.
Duvida. Estraçalha. É veneno.

É veneno que cria piores tramas.
É veneno que queima apagando a chama.
Toda nossa paixão escorrendo
No ralo da pia, morrendo
São doses e doses 
De um mesmo veneno.

domingo, 3 de janeiro de 2016



To rindo na cara do nosso perigo
Dançando no risco daquele rabisco
Com traços de pixo  no prédio mais alto

Das cores das luzes que tem nosso olhar.

Se o certo é miragem,
Nos resta arriscar!